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APRENDENDO A SER HOMEM COM MEU PAI - PARTE 3

Depois que ambos, eu e meu querido e amado pai, perdemos nossas virgindades, senti que nossa relação avançou ainda mais juntamente com o meu amor por ele. Rapidamente, papai comprou e mobiliou uma quitinete, no Centro da cidade, e a transformou em sua “garçonerie”, onde passamos a nos encontrar com mais segurança.



Passamos a fuder mais vezes durante a semana, sempre depois que ele conseguia recuperar seu cuzinho que, antes virgem, agora agasalhava gulosamente meus 21 cm de carne, mas ainda com sofreguidão. Era difícil de ver papai se esforçando para me fazer homem, principalmente quando resolveu que iria me cavalgar. Fiquei com dá dele e, como sempre, falei que, talvez, ainda era cedo para ele tentar sentar em meu jebão duro e cavalgar gostoso, uma vez que ele chorava e gritava em todas as vezes em que eu o penetrava de quatro, de lado ou de frango assado, sempre deixando um filete de sangue nos lençáis...



Mais uma vez levei um tapa forte na cara para aprender a ser MACHO e a obedecer ao que um pai manda! Senti-me menosprezado, inferiorizado, pedi desculpas e levei outro tapa do outro lado da cara. Mais um veio e nada pude fazer. Aguentei firme, como homem que sou e honro o peitoral peludo que tenho, por tê-lo afrontado. Seus tapas passaram a ficar mais frequentes, principalmente quando eu contradizia o que ele nos propunha. Parecia sentir prazer em me bater, como se já não o sentia quando me judiava nas bolas...



Com o rosto vermelho e ardendo, sentei-me no sofá como ele me mandou e abri minhas pernas exibindo meu saco, que pesava entre elas, e meu pau duro a lhe bater continência. Chupou-me vorazmente, com violência, quase que me arrancando a chapeleta. Reclamei de dor e levei outro tapa na cara. Mandou-me segurar o choro porque “ele não tinha criado mais uma menininha na família e que eu deveria aprender a ser e a me comportar como homem!” Como papai estava rude comigo e suas palavras doíam mais aos seus tapas ou seus carinhos violentos. Encapou-me o falo, melecou-o muito com o lubrificante, passando-o também em seu anel piscante e se colocou de costas e sobre mim. Ordenou-me que segurasse meu falo pela base de forma a que ele pudesse sentar sobre ele. Assim o fiz sem reclamar e via sua bunda branquinha e depilada, contrastando com o bronzeado do resto do corpo e com a negrute dos pelos que o recobria, se encaixando na cabeça do meu membro.



Papai suava frio, abrindo seu cuzinho e forçando-o a engolir a minha grande e grossa chapeleta. Ao encaixá-la, papai soltou um grito e se jogou para trás, tendo meu peitoral peludo e meu rosto para amortecê-lo. Ficou um pouco assim, xingando enquanto mantinha o cuzinho contraído e quase me decepando a chapeleta. Doía a cabeça do meu pau, mas nada podia fazer a não ser aguentar calado, uma vez que a dor maior, ali, era a dele. Aos poucos foi descendo enquanto eu o forçava a agasalhar meu pau q pulsava de tão duro. Ao chegar aos meus pentelhos, suspirava e tremia de dor e tesão, suando frio, dizendo que não acreditava que havia conseguido todo ele agasalhar, que era grosso demais, que esmagava-lhe a prástata, que doía muito, mas que ele o queria todo dia... E passou a cavalgar meio sem jeito, contraindo-se todo por causa da dor, mas acelerando a cada galope, passando a gemer gostoso ao sobe-e-desce apás seu anelzinho todo se abrir... Virou-se e passou a me cavalgar de frente, deixando-me ver todo aquele forte, moreno e peludo peitoral e seu pau, que antes estava mole por causa da dor, em riste e duro como pedra...



Segurava papai pela sua bunda, para que não caísse do seu galope, enquanto a sentia que me espancava os testículos, proporcionando-me um misto de prazer e dor. Tentei morder seus mamilos, a minha maior tara por papai, e fui impedido por ele recebendo outro tapa na cara. Passei, então, a apanhar na cara enquanto ele me cavalgava. Chamava-me de cavalo e, como eu era o seu cavalo, teria que receber o seu açoite. Apanhei muito na cara e, em seguida, no peitoral, enquanto ele rebolava em minha vara, quase me arrancando gritos de prazer. Nada disse e, como das outras vezes, a minha obediência de filho me impediu. Levei em meu peitoral toda a sua galada, que veio em fortes jatos a me cobrir os pelos todos, enquanto eu agia por baixo, metendo forte, durante sua forte e sonora punheta. Desfalecido, papai saiu de sobre mim, arrancou-me a camisinha em um sá golpe – quase me arrancando o prepúcio – e passou a me mamar como sempre. Não demorou muito para sentir que eu iria galar e, neste instante, apertou-me nas bolas com força e as puxou para baixo, enquanto atolava toda a minha jeba em sua garganta. Soltei um grito de dor, ao mesmo tempo que sentir os bagos serem esmagados e puxados ao extremo para baixo, fez-me jorrar todo o meu leite em sua garganta. Pude senti-lo sair das minhas bolas e percorrer todo o meu corpo até encontrar o meio externo. Papai não tirava o meu pau de sua garganta, mantendo seu nariz atolado em meus pentelhos aparados, enquanto meu pau pulsava fornecendo-lhe meu leite quente e fértil. Tirou-o somente depois de ter engolido toda a minha gala, que desta vez não foi pouca. Eu estava aprendendo a sentir mais prazer quando era surrado e não sabia.



Ao terminar. Papai me colocou em seu colo e, me virando de bruços, passou a me massagear as nádegas e a me bater na bunda. Eu, um molecão de 19 anos na época, tinha agora minha bunda máscula, musculosa e peluda, sendo espancada pelas mãos de papai, a mesma que me dava tanto carinho nos banhos de criança ou quando me acidentei. Gritava de dor, pedia para ele parar, tentava de desvencilhar, mas papai era um touro de forte e conseguia me dominar. Fazia movimentos circulares com a mão direita sobre uma de minhas nádegas e em seguida a descia em um açoite, deixando-me ouvir o estralo da palmada enquanto minha pele lhe respondia com ardor. Terminada a sessão, mandou-me tomar banho com ele e a lhe dar novamente gala sem reclamar, sem dizer que o meu pau estava ardendo ou dolorido, que ele queria muita gala, do contrário que eu iria apanhar novamente. Fui cambaleando para o chuveiro e recebi seu carinhoso banho, mesmo sentindo o ardor nas nádegas e na chapeleta. Chupou-me novamente com voracidade, quase me arrancando o falo, me puxando pelas nádegas para que não ficasse nenhum milímetro, se quer, de minha carne macha para fora de sua boca. Ordenou-me a dar porra, mas eu estava cansado e não conseguia. Então, pegou-me nos bagos e passou a espalmá-los com força. Gritei ao sentir aquela dor genital. Falava-me “vai me dar leite ou vou ter que tirá-lo à força?”. Eu acenada assertivamente com a cabeça, pedia para que parasse de espancar no saco, mas parecia não me ouvir voltando à sua palmatária, ora batendo-me somente em uma das bolas, ora espancando-as conjuntamente. Meu pau babava muito e pulsava de tão duro me deixando sem entender como isso era possível, como meu corpo poderia responder aos estímulos violentos e doloridos que recebia de papai. Ao vê-lo assim, o abocanhou e, em segundos, recebeu o que tanto queria, engolindo tudo de olhos fechados e me deixando ouvir seus gemidos abafados pelo meu falo em sua garganta.



Voltando para casa e apás um grande período sem silêncio, papai me perguntou se eu estava bem e, com medo, respondi assertivamente, mas mantive minha cabeça todo o tempo baixa. Já de madrugada, fui acordado carinhosamente por ele que trazia uma expressão aflita e um pote nas mãos. Pediu desculpas por me acordar e também para ver as minhas nádegas. Virei-me, a contra-gosto, de bruços e baixei a minha boxer exibindo os vergões recobertos de pelos. Papai começou a chorar e a passar uma pomada canforada para aliviar o estrago que fez na bunda de seu filho. Ao me virar, ele me pegou no rosto, me beijou, e baixou ainda mais a boxer para ver meu saco que estava vermelho. Perguntou se ele doía e eu respondi assertivamente com a cabeça. Passou a me beijar no saco, a lambê-lo em toda a sua extensão, chupando delicada e carinhosamente cada bola, como se quisesse curar as feridas que ele, em fúria, me provocou. Saiu e voltou rapidamente com uma bolsa térmica cheia de gelo e colocou sobre ele para que passasse o inchaço e a vermelhidão. Falou-me que me tratou assim porque soube que eu havia tido a minha primeira transa com a minha namorada ao ouvir minha conversa com um dos meus amigos. Que ficou furioso de ciúmes de pensar o quanto aquela vadia teria gozado com o meu pau e que, tomado por esta fúria, perdeu a cabeça e resolveu me dar uma lição. Obrigou-me a prometer que nunca mais transaria com ela e eu falei que isto era impossível porque eu a amava também, assim como ele também amava a mamãe e eu não tinha ciúmes dela com ele porque também a amava. Mas, papai era irredutível e começou a ficar novamente violento, mas conseguiu se acalmar.



Ao sair, falou-me que iria arrumar um jeito de ter um filho sá para ele e que ele jamais teria que dividi-lo com ninguém. Eu não havia entendido o que se passava em sua cabeça ciumenta...

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