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QUANDO CONHECI MEU MARIDO NUM BAR DE CAMINHONEIROS

Quando Conheci o Meu Marido num Bar de Caminhoneiros





Meu nome é Cléo, e o que vou contar para vocês, foi um fato verídico que ocorreu comigo. Tenho 23 anos, sou moreno claro, um pouco afeminado, tenho pequenos seios, cabelos alisados (tipo channel) e formas femininas devido aos hormônios que tenho tomado. Desde pequeno tenho atração por roupas femininas e pelo universo feminino como um todo. Depois que fui morar sozinho (moro perto de uma rodovia federal, onde tem um posto de gasolina e serve de parada de caminhoneiros), montei meu guarda-roupa basicamente com roupas femininas. Adoro as roupas colantes, bem apertadinhas, com muita lycra. Tenho também várias peças de lingeries. Aqui na redondeza as pessoas já sabem da minha condição, e, eu também, não tenho nenhuma vergonha em ser do jeito que quero; mesmo porque, saio às ruas com minhas roupinhas femininas normalmente. Bom, a histária que vou relatar começou quando passei a frequentar o bar do tal posto de gasolina com umas amigas para conversar e paquerar os caminhoneiros que paravam ali. Num dia desses, eu estava apenas sá, reparei em um cara que já tinha visto antes ali. Ele era negro e bem forte, e de vez em quando, olhava para mim com um ar sacana. Neste dia, eu estava com um shortinho branco, meio transparente que dava para ver levemente que eu estava usando uma calcinha fio-dental, e uma blusinha de lycra preta com botão, bem agarradinha, onde também identificava que eu estava usando sutiã por baixo (já que uso sempre por causa dos meus pequenos seios). Como me depilo normalmente, tenho a pele bem lisinha, o que dava para perceber por causa do shortinho que usava. No intuito de aproximar-se dele, fui ao balcão, rebolando levemente, e pedi um guaraná. Ele estava práximo e perguntou se eu não aceitaria uma cerveja, já que ele estava bebendo, ao invés do guaraná. Prontamente disse que sim e me aproximei dele. Então ele me ofereceu um copo e perguntou o meu nome. Cléo, disse e quando encheu meu copo, resolveu brindar a “minha chegada”. Ri e falei que não precisava tanto, no que ele retrucou dizendo que eu estava muito “safadinho” vestido daquela maneira. Eu ri novamente, e ele perguntou: Ou será que é safadinha? Gostando da situação, disse que poderia ser do jeito que ele preferisse. Ele disse: Gostei da resposta, vou pensar no assunto; e que tal irmos para outro lugar? Então falei: Mas ainda não sei o seu nome? Então ele disse que se chamava Roberval e que estava morando de aluguel num apartamento ali perto e que morava sozinho. Fiquei meio apreensivo pelo convite já que não o conhecia muito e quando disse isso a ele, me respondeu dizendo que eu poderia ficar bem tranquilo, que não iria acontecer nada de mal. Preferi, por enquanto, ficar conversando um pouco, apesar do meu tesão estar aumentando e ele disse que tudo bem, dando um leve aperto na minha cintura, e me chamando mais pro fundo do bar que estava mais vazio e menos claro. Concordando, fomos para lá e ao chegarmos ele se aproximou do meu ouvido e, bem baixinho, disse que gostava muito de “comer um viadinho”. Vendo que eu dei um leve sorriso, aceitando a situação, ele passou de leve a mão na minha bundinha, no que eu a empinei nesse momento, retribuindo o carinho. Aí ele me disse que eu era um safadinho e não uma safadinha, e que dali em diante iria me chamar apenas de viadinho e seu eu concordava. Disse que sim, que gostava que me chamassem assim e ele riu muito. Já ficando um pouco alto pela bebida, tomamos várias cervejas, e ele sempre passando a mão em mim e pelas poucas pessoas que ainda estavam no bar e já nos olhando, resolvi aceitar o seu convite e fomos para o seu apartamento. Ao chegarmos, ele foi logo me pegando por trás e me dando um beijo na nuca, me virou e colou sua boca na minha, onde pude perceber a grossura da sua língua envolvendo toda a minha boca. Sua mão foi descendo pelas minhas costas até alcançar minha bunda, onde ele apertava muito e me trazia de encontro ao seu corpo, esfregando o seu pau já duríssimo em mim. Eu, segurando em sua nuca, me entregava totalmente a esse macho maravilhoso que tentava me possuir. Suas mãos subiram pela minha cintura e foi desabotoando a minha blusa, mostrando todo o meu sutiã para ele, que passava a apertar os meus peitinhos, por cima do sutiã e era uma sensação deliciosa. Foi quando, subitamente ele parou de me beijar, me atirou na cama e começou a desabotoar suas calças e mandando eu tirar o meu short.

Prontamente o tirei, ficando de cacinha fio-dental e sutiã para ele, quando ele disse: o meu viadinho fica um tesãozinho quando se veste de menina, e quero que seja sempre assim; aí ele pegou no seu pau bem duro e ofereceu para mim dizendo: chupa aqui viadinho o pau do seu macho que eu sei que você quer. Sorri e na mesma hora, caí de boca naquele mastro bem gostoso e fiz uma bela mamada durante um bom tempo. Ele me fez parar dizendo que queria gozar dentro de mim, me colocou de quatro na cama, veio por trás, lambuzou o meu cuzinho com sua saliva, enfiando um, depois dois dedos para alargar um pouco e começou a meter aquele mastro em mim. Doeu muito no início e pedi para ele ir devagar, no que ele atendeu e foi empurrando bem devagarzinho até meter tudo. Ficou parado um pouco para eu acostumar e depois começou um vai-vem devagar até começar a me comer de verdade, indo com mais força. Sentindo a sensação ficar mais gostosa com a dor diminuindo, comecei a rebolar para ele, que então, me comia com mais força, falando: rebola seu viado, sua cadela gostosa, dá pro seu macho esse rabo gostoso, etc. Aquilo era música para meus ouvidos, e a sensação foi aumentando que, sem perceber, já estava gozando pelo meu pintinho. Quando, logo depois, senti aquela jorrada de porra quente inundando todo o meu cú e aquele macho se desfalecendo em cima de mim. Ficamos algum tempo assim na cama, eu debaixo do meu macho, até que ele saiu de cima de mim, deitou do meu lado e falou para eu ficar ali com ele aquela noite, que iríamos trepar mais e que, dali em diante, eu seria o seu viadinho, que iria dar para ele quando ele quisesse, que vestiria roupinhas bem femininas para ele, que limparia sua casa e suas roupas e que deveria aprender a cozinhar para poder fazer comidinhas para ele. Perguntei se falava sério, e ele, sério e olhando para mim, disse que sim, que dali em diante eu seria a sua mulherzinha, já que era isso que eu queria. Então perguntou: ou você não quer? Sorri mais uma vez, disse que sim e o beijei de uma forma bem carinhosa. Foi assim, então, que conheci o meu marido; já estamos “juntos” a cerca de um ano e meio; minhas amigas já sabem e o conhecem, e algumas pessoas também sabem. Continuo morando no meu apartamento, mas venho sempre à casa de meu marido para limpar, lavar suas roupas e cozinhar para ele, já que aprendi algumas receitas ainda que bem simples. Sinto-me como sua mulher, amante e criada de casa, mesa e, principalmente, cama; e tenho sido muito feliz assim.

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