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DOCEMENTE SEDUZIDA

Sou Meire, tenho 23 anos, sou negra. A histária que vou contar aconteceu há muito tempo atrás e é meio longa. Aos dez anos parecia que eu tinha sete. Muito magrinha, pequenina e quase inocente. Não imaginava que houvesse tantas coisas nesse mundo. Morava com minha mãe numa casa muito humilde. Ela lavava a roupa de algumas pessoas mais abastada dum bairro afastado. Um dia ela foi embora com o dono do botequim que vinha de vez em quando dormir com ela e que ficava me olhando com olhos de bêbado; e eu morria de medo dele. Deixou apenas um bilhete pedindo que eu pedisse ajuda a dona Tereza. Fui até a Rua das Orquídeas e toquei a campainha do nª 96. A rua era toda arborizada e ficava já na última quadra do bairro. Dona Tereza era uma senhora de cinquenta anos e muito gentil. Tinha fama na cidade de mulher bondosa que ajudava qualquer pessoa em dificuldades. Entreguei o bilhete pra ela que ficou toda chorava, perguntando como uma mãe tinha coragem de fazer uma coisa dessas com a única filha. Segurou meu braço raquítico e me levou direto pra cozinha. Uma casa grande, simples, mas muito confortável. Rapidamente colocou um copo de leite, e um grande pedaço de bolo e biscoitos pra eu comer. Não imaginava que tava com tanta fome. Ela sá ficou me olhando e depois perguntou quantos anos eu tinha. Disse que ia fazer onze anos e ficou muito surpresa. Meu Deus, criança, como você é desnutrida – disse ela.

Perguntei a ela o que ia acontecer comigo. Daí ela falou que quando o Seu Eurico chegasse iria decidir. Seu Eurico tinha uma confeitaria no bairro. Ela me levou para a dependência de empregada, mas ela não tinha empregada. Também não tinha filhos morando com ela. O único filho era médico lá na cidade grande. Fiquei lá o resto do dia. à noite, escutei barulho vindo da sala. Uma voz forte soou alto pela casa toda. Achei que o Seu Eurico estava aborrecido. Não deu pra ouvir o que eles conversaram, mas pelo jeito Dona Tereza convenceu o marido. Bateram na porta e eu dei um pulo da cama onde estava sentada. Venha jantar minha criança, e não se importe com o que Eurico falar. Ele é muito resmungão, mas tem um bom coração. O Seu Eurico era uma senhor de 62 anos, alto e magro, muito branco e de olhos azuis. Ele me olhou de cara amarrada e disse: - Então é essa negrinha que você quer criar. Essa daí não tem força nem pra levantar a colher, como você quer que ela ajude você na casa, mulher. Você ta ficando doida? – Não tou não. Aos poucos ela vai ganhar forças. Tadinha, essa criança é muito maltratada. Eu não levantei a cabeça nem um minuto do prato. Depois que terminei, ela me mandou ir pro quarto dormir. Deitei, chorei muito e adormeci de cansaço.

Acordei com uma mão delicada sacudindo meu ombro. Acorde criança. Precisa tomar café e depois vamos á escola. Você precisa ir pra escola.

– Mas eu estudo lá na escola perto de minha casa dona Tereza. Eu Disse.

- É muito longe daqui, você não pode mais estudar lá. Levante-se e tome seu banho bem tomado. Vista estas roupas. As que você trouxe são uns molambos.

Caminhei para o pequeno banheiro. Tudo era muito limpo naquela casa. A água do chuveiro estava muito quentinha e nem dava vontade de sair de lá.

- Apresse-se criança. Não tenho o dia todo.

Logo depois, estávamos indo pra escola. Ela fez minha matrícula e tudo ficou acertado. Eu estudaria no período da tarde e voltaria pra casa com Seu Eurico no final da tarde.

Aos poucos eu me tornava mais forte e dona Tereza ia me ensinando a fazer as tarefas domésticas. Eu mal falava, mas aprendia rápido e ela gostava que eu fazia tudo direitinho. Depois do almoço eu ia pra escola e como ficou combinado eu voltava pra casa com Seu Eurico que chegava à escola no momento que o sino tocava. Ele nunca conversava. Sempre de cara amarrada, mas de vez em quando dava umas olhadas pelo canto do olho. Assim que chegava em casa, eu corria pra perto de dona Tereza que me recebia com carinho. Em outro dia quando eu estava indo pro meu quartinho, escutei ela dizer que ele precisava ser mais delicado comigo. Que não era fácil pra uma criança ser abandonada pela mãe. Que pelo menos procurasse ser mais agradável.

Era sábado e dona Tereza deixava eu dormir até às sete horas. Depois do café, eu ajudava a arrumar a cozinha e depois ela pedia que varresse o quintal a parte da frente da casa e lavasse a área de serviço. Eu fazia tudo o que ela me pedia o que fazia sempre com muita delicadeza. Ela nunca me tratou como uma empregada. A vizinhança aos poucos foi se acostumando com minha presença e eu já tinha até umas coleguinhas que brincavam comigo no parquinho em frente. A vida estava tranquila e eu nem pensava tanto em minha mãe.

Já fazia quase seis meses que eu estava na casa de dona Tereza quando tudo começou. Fui pra escola como de costume, mas quando o sino tocou Seu Eurico não tinha chegado. Fiquei logo nervosa, mas a diretora veio até mim e disse que eu tinha que esperar sá um pouco, pois tinha havido um problema com um cano que havia estourado e que já estava sendo consertado. Sá tinha que esperar um pouquinho. – Mas, e dona Tereza? Ela vai ficar preocupada. – Nás já avisamos pra ela, meu bem. Não se preocupe. Ás seis e quinze Seu Eurico chegou à escola e sá estávamos eu, o porteiro e as arrumadeiras se preparando pra receber os alunos do turno da noite. Seu Eurico sempre muito sério pediu muitas desculpas pelo transtorno e agradeceu. Pediu que eu o acompanhasse que já estava muito tarde, entrei no carro no banco de trás. Quando saiu da visão da escola, parou perto de um orelhão e saiu do carro pra telefonar. Voltou logo em seguida e sem dizer uma palavra continuou o caminho, desviando logo em seguida por outra estrada. Já estava escuro e eu não sabia onde estava. Daí ouvi a voz grossa do Seu Eurico dizendo: passe pro banco da frente negrinha, depressa. Fiquei surpresa, mas atendi rapidamente. Depois ele perguntou: você gosta de doces negrinha? Respondi que sim. Tenho alguns aqui no meu bolso e também um pirulito, coloque a mão e pegue pra você. Mas não é pra dizer nada a Dona Tereza, entendeu? Senão eu coloco você no olho da rua. Você entendeu? Sim senhor - Respondi. “Vamos, obedeça, você está esperando o que? – Daí, estendi minha mãozinha pequena em direção ao bolso da calça dele que era bem folgada. Tive que me dobrar pra alcançar o fundo do bolso, mas não encontrei nenhum doce. Venha mais pro lado negrinha; e pegou minha mão e colocou em cima de um volume comprido e fino que estava por baixo do tecido. Pensei que fosse o pirulito, mas não era. Agarre o pirulito, negrinha e alise que depois você ganha seu presente. Fiquei ali alisando aquela coisa lisa e comprida por um bom tempo até minha mão ficar com cãibra. O velho sá suspirava. Desça a mão mais pra baixo agora – disse ele: Então desci e encontrei dois bombons de chocolate. Senti meus olhos arregalados pois nunca tinha provado daqueles que eram bem caros pra mim. Até esqueci da coisa lisa e comprida e devorei os chocolates. Então ele parou em frente numa lojinha cheia de tralhas por todos os lados. Mandou eu voltar pro banco de trás e ficasse quieta. Saiu do carro, entrou na loja e voltou logo depois com alguns canos e torneiras. Guardou no porta-malas, entrou no carro e foi embora sem dizer nada. Logo estávamos chegando na casa e dona Tereza já estava no portão agoniada. Então ele disse: Olha aqui sua negrinha safada. Você fique calada e sá afirme aquilo que eu perguntar, você me entendeu? “Sim senhor – eu respondi.

- Meu Deus do céu, mas o que foi que aconteceu na loja, homem de Deus?

- Fique calma, mulher. Sá demorei mais porque tive que passar na loja do Oliveira pra pegar a encomenda pra terminar o serviço logo cedo.

- Você é mesmo sem coração. Deixou essa criança esperando por tanto tempo e ainda quer matá-la de fome. Você por acaso lembrou que a coitada estava no carro com você?

- Lembrei sim, mulher. Diga a ela menina, que eu trouxe uns chocolates pra você.

- É verdade, dona Tereza. Eu comi sim. Respondi de cabeça baixa, mas senti que ele me olhava pra garantir que eu não diria mais nada além disso. E assim, começou tudo. Todos os dias no caminho da escola eu alisava aquela coisa comprida e fina e começou a ficar mais dura como ferro depois que ele começou a tirar a cueca na loja e abria o zíper e eu pegava diretamente nela. Nunca olhava de lado. E sempre que ele ficava satisfeito, mandava eu enfiar a mão no bolso e tirava meus bombons preferidos. Todos os dia ele aumentava a quantidade e a variedade e eu ficava encantada. Guardava no bolsinho da mochila e os comia e chupava depois que ia pro quarto. Ninguém nunca desconfiou de nada, pois seu Eurico nunca me dirigia a palavra e todos o respeitavam muito.

Chegou meu aniversário de onze anos e Dona Tereza preparou um bolo, docinhos, muitos salgadinhos e acabou convencendo seu Eurico a trazer os bombons pra oferecer as crianças. Ele fechou a cara, resmungou durante algum tempo, mas acabou trazendo no final da tarde do sábado um monte deles. No domingo, logo cedo, Seu Eurico foi pra igreja e Dona Tereza saiu pra vizinhança convidar algumas crianças pra comer o bolo do meu aniversário. Era a primeira vez que eu tinha uma festinha e foi muito divertido. Lá pras seis horas da noite, o pessoal começou a ir embora e Dona Tereza pediu que eu fosse até a cozinha pegar um pouco de água pra uma das crianças. Quando chego à cozinha vejo Seu Eurico preparando uma jarra de suco. Meus olhos encontram-se com os dele e ele manda eu dizer a Dona Tereza que se apresse pro jantar. Pego a água na geladeira e saio o mais rápido que eu posso. Dou o recado pra ela que se apressa em agradecer o pessoal por ter vindo e despede-se deles. Dona Tereza não tem medo do Seu Eurico, eles vivem muito bem, mas ele é rígido nos horários da alimentação e sempre que surge alguma coisa diferente em sua casa, ele ajuda a adiantar o jantar. Até porque ele tem o costume de dormir logo apás o noticiário. Dona Tereza ainda tenta assistir a novela, mas sempre cochila na maior parte do tempo. Eu sempre fico sentada no sofá perto dela e Seu Eurico numa cadeira dessas do papai ao lado do sofá. Seu Eurico já havia preparado a mesa e ela sá serviu. Eu apenas belisquei um pouquinho porque já estava muito cheia das coisas gostosas que Dona Tereza preparou. Logo depois, dona Tereza lembrou que alguma coisa estava faltando na mesa e levantou-se apressada pra pegar a jarra de suco na geladeira e reclamou com Seu Eurico porque ele não tinha se lembrado antes. Daí ele disse que não iria tomar mais o suco porque já estava terminando o jantar, tomaria mais tarde antes de deitar. E aconselhou que não servisse a mim porque senão eu iria molhar a cama de tanto refrigerante que eu tinha tomado. Dona Tereza concordou com ele, pois teve uns dias que eu realmente molhei a cama porque havia bebido muito suco à noite. Então ela se serviu sozinha. Então ele foi pra sala, nás tiramos a mesa e eu fui pra pia pra lavar a louça porque dona Tereza se sentiu cansada e eu disse que ela podia ir sentar-se um pouco que eu arrumaria tudinho pra ela. Ela sorriu pra mim delicadamente e disse que quando eu acabasse fosse pra sala ver TV com ela. Terminei logo e fui pra sala e para minha surpresa dona Tereza roncava no sofá. Inocente perguntei: O que aconteceu com ela? “- Nada Negrinha, ela sá está dormindo. Ela está assim cansada por sua causa. E agora você vai ter que ser castigada por isso. Venha pra cá. Cheguei perto da cadeira, ele pegou meu braço e me puxou pra bem perto dele, segurou minha mão e levou pra dentro da bermuda e mandou que eu alisasse a coisa dele. Olhei pra dona Tereza com medo que ela acordasse e visse aquilo. Ele disse: Ela não vai acordar negrinha safada, porque eu coloquei um remedinho no suco hoje e nás vamos ter uma festinha particular. Daí ele tirou minha mão dentro da bermuda e baixou ela até o meio das coxas. Quando vi aquela coisa comprida e fina saltar de dentro dei um pulo pra trás e me afastei dele, mas ele foi mais rápido e me segurou e disse: não tenha medo negrinha. Essa cobra não é de verdade, ela não morde e você vai adorar brincar com ela. O máximo que vai acontecer é ela querer se esconder num buraquinho que você tem aí. Então ele sentou bem na ponta da cadeira, mandou eu me ajoelhar e colocar seu pinto na boca e chupar como eu chupo os pirulitos que ele me dava e que se eu fizesse bem feitinho ele me daria um montão todos os dias. Nesse momento olhei pra sua mulher dormindo, mas aí ele me pegou pelos cabelos e me puxou pra baixo e pegou o pinto e colocou na minha boca. Eu não sabia como fazer e ele dizia que eu tina que lamber e chupar mas tivesse cuidado com os dentes. Comecei a chupar na ponta e ele começou a empurrar minha cabeça pra baixo dizendo: molhe o seu pirulito negrinha, vamos, molhe ele todinho. E eu fui engolindo aquela coisa que era comprida demais, (hoje sei que tinha uns vinte e seis centímetros) mais muito fina e estava ficando dura. Ele mandou eu segurar na base com as duas mãos e lamber e fazer movimentos de sobe e desce. Ele começou a fazer barulhos altos e pensei que fosse acordar dona Tereza, mas ela não se mexia. E eu comecei a sentir minha perereca molhada e gemi um pouquinho. Foi quando ele disse: Tá gostando, né negrinha safada. Daí ele me puxou pelos cabelos me obrigando a ficar de pé e começou a passar seu dedo grande na minha xaninha e eu fiquei toda arrepiada e me senti mole. Ficou me chamando o tempo todo de negrinha safada e vagabunda, e dizia as safadezas que iria fazer comigo de agora em diante. Que eu tava ficando mocinha e precisava aprender. E ficou subindo e descendo o dedo na minha xaninha e depois forçou a ponta do dedo médio no buraquinho. De repente, levantou meu vestidinho e me colocou em seu colo. Bem em cima do pinto que tava duro demais e começou a relar ele no meio de minha rachinha. Ficou me empurrando pra frente e prá trás e eu sentia um líquido escorrer mais e mais de dentro de mim e fui ficando mole. Vez em quando ele deixava a ponta entrar no buraquinho, mas tirava e continuava a esfregar pra frente e pra trás. Depois, fez com que eu ficasse de frente pra ele e cruzou minhas pernas em sua costas e colocou meus braços ao redor de seu pescoço e continuou o vai e vem. Como seu pinto era comprido, eu sentia que não tinha fim e foi ficando rápido. Ele começou a chupar meus peitinhos que era sá uns carocinhos e me esfregava mais e mais rápido. Senti minha xaninha se contraindo pedindo pra aquele negácio entrar dentro de mim. Sem perceber se ele ia esconder aquela cobrinha dentro de mim. Aí foi que ele me chamou de putinha safada, que apostava que o macho de minha mãe já devia ter feito isso também. “Ai, putinha do papai, o papai vai te comer safadinha.... Vou te comer todos os dias pra vc aprender...” me levantou um pouco e o pinto ficou de pé e ajeitou o meu buraquinho bem na cabeça e me empurrou pra baixo bem devagar... e coisa comprida foi entrando enquanto eu descia sustentada por ele. Eu era pequena, mas parecia que minha xana não tinha fim...e além de tudo a vara dele era fina, e eu queria descer mais e mais. Alguma coisa alertou o velho, pois ele se controlou, e ficou me sustentando e não permitiu que eu descesse mais pra baixo... acho que nem chegou a metade do pau dentro de mim, e ficou subindo e descendo, subindo e descendo cada vez mais rápido e eu sá sentindo aquela fraqueza dentro de mim e com vontade de me afundar naquela vara. Mas era muito franzina e não tinha forças pra descer porque ele me segurava firmemente. Daí ele me subiu e desceu umas três vezes mais e deu um urro abafado e eu senti uma coisa quente jorrando dentro de mim. Daí ele me desvencilhou dele colocou minha calcinha entre minhas pernas e mandou que eu fosse pro quarto e tomasse banho e me lavasse bem na parte de baixo e depois colocasse a calcinha no chão da cozinha. Fiz isso, fechei a porta do quarto e me deitei toda trêmula sem sentir minhas pernas. Depois ouvi um barulho na cozinha de torneira abrindo e peguei no sono. Acordei com alguém batendo na porta. Então olhei o relágio e vi que já eram oito horas. Dei um pulo da cama, corri pra porta sem saber o que dizer por ter perdido a hora. Logo quando cheguei na casa de dona Tereza, a porta do quarto ficava aberta e ela me acordava no mesmo horário, mas depois me acostumei e sempre já estava de pé quando ela chegava. Então ela disse que daquele momento em diante eu já podia acordar sozinha e podia fechar o quarto se eu quisesse. “ - Desculpe, dona Tereza... não pensei que fosse tão tarde. Que vergonha.”

- Não se desculpe, minha filha; também fiquei muito cansada ontem e acordei agorinha. O Eurico nem me chamou pra fazer o café. Ainda bem que ele sabe se virar. Nessas horas ele é bem compreensivo. Venha, vamos tomar café. Não sei por que, mas estou danada de fome.

- Você se divertiu ontem?

-Demais, dona Tereza. Obrigada mesmo pela festa. Foi tão emocionante.

-Eu sei minha filha. Nem sei como fui parar na cama ontem, mas me conte... Como o Eurico se comportou com você. Ele ainda não é totalmente a favor que você tenha vindo pra cá. Acha que tirou nossa liberdade. Já tava tão acostumado sem o Betinho aqui.

- Assim que vi a senhora cochilando no sofá, seu Eurico mandou eu ir pro quarto. Não vi quando a senhora foi se deitar.

Passei o dia com a sensação de fraqueza nas pernas. Na escola estava impaciente de estar sentada. Quando o sino tocou, meu coração quase parou. E agora, pensei. O que ele vai fazer?

Seu Eurico já estava no portão conversando com a diretora. Quando cheguei perto deles ela disse: Sorte sua Meirinha de ter um casal que se preocupa tanto com você. Mas você é uma boa menina, merece todo cuidado. Depois, ele me pegou pelo braço e me levou até o carro. Sentei como sempre no banco de trás e estava sá esperando ele virar a rua pra pedir que eu fosse pro banco da frente alisar seu pinto. Mas nada aconteceu. Chegamos em casa mais rápido que de costume e dona Tereza até estranhou a rapidez. Ele explicou que veio mais rápido porque ficou preocupado o dia todo com ela por causa da sonolência. Chegou perto dela, colocou a mão em sua testa pra ver se não tinha febre e perguntou se estava tudo bem mesmo.

-Claro que sim, seu bobo. Eu sá fiquei um pouco exausta de servir tanta criança, mas valeu a pena, não valeu?

- Valeu sim: disse ele, e eu senti que ele grudou os olhos em mim.

Tudo caminhou normal. Dona Tereza serviu o jantar, e todos comemos enquanto dona Tereza falava que precisava telefonar pro filho e ver quando eles podiam vir visitá-los. Ele então perguntou se ela não estava esquecendo de alguma coisa na mesa e a mesma levantou-se num pulo correndo pra geladeira pra pegar a jarra de suco. Pronto, meu coração disparou. Outra vez o remédio no suco. Mas dessa vez ele foi o primeiro a estender o copo pra que ela o enchesse e meu receio passou. Parece que eu iria escapar essa noite.

Limpamos a cozinha e fomos pra sala e nos sentamos como de costume. Terminou o noticiário e Seu Eurico foi pro quarto. Nessa semana eram os penúltimos capítulos da novela que ela acompanhava e não queria perder por nada. Pelo menos eu estava a salvo, uma vez que seu Eurico dormia logo apás o noticiário. Terminou a novela e dona Tereza se levanta e vai até a cozinha e abre a geladeira e pega o leite. Todas as noites ela faz isso e não tomou na noite anterior por causa do sono repentino. Perguntou se eu queria um pouco e eu disse que não. Não gostava de leite. Tomei água e fui pro quarto e quando fui fechar vi que a chave não estava no lugar. Estava perdida, o safado viria me buscar. Apaguei a luz, deitei na cama e esperei, estava quase cochilando quando escuto a porta abrir com cuidado. Fingi que estava dormindo. O velho se aproximou, sentou na beirada da minha cama pequena e começou a alisar minhas coxas e me chamar de putinha safada. “ – Sei que você está acordada negrinha putinha, senti que tremeu quando toquei em você. E começou a passar os dedos na minha xaninha que começou a ficar molhada. E ele sá esfregando, até que puxou minha calcinha tirando e levantou minha camisola até o pescoço e baixou a cabeça e mordiscou meios peitinhos e lambeu, e alisava minha xaninha com os dedos. Depois foi descendo e colocou a boca na minha xaninha escura e lambeu de baixo pra cima, com as mãos segurando meu bumbum ele me ergueu e começou a chupar minha xana com força e beijava e lambia e enfiava a língua lá dentro. Parecia que sua língua era tão comprida quanto o pinto. E me chamava de filha putinha e tão novinha e gostosa da xaninha mais escura e cheirosa que já vira. Aí, ele chupou meu grelinho bem devagar e colocou a ponta do dedo dentro da xaninha; aí eu senti meus olhos virarem e sem perceber levantei meu bumbum apoiando nos pés e fui ficando mole mole com uma agonia subindo na xana e se espalhando por todo meu corpo. E desmaiei. Aquele foi meu primeiro gozo. Quando voltei a si, vi que estava deitada ao lado de dona Tereza que roncava baixinho. Entrei em pânico, quis levantar da cama, mas ele me segurou com força me machucando. Fique aí negra safada. Hoje e todos os dias vou comer você aqui nessa cama. Agora você vai ser minha mulher. Há muito tempo que dona Tereza nõo tem nada comigo, não é porque não queira, mas ela é fria, não suporta sexo. Ela sabe que tenho meus casos fora daqui e admite. Acho até que no fundo ela trouxe você aqui pra ser minha mulher no futuro e não ter que me ver fora de casa por dias. Já que você está aqui eu não vou ter que ir pra longe e é fácil manter sua mãezinha adotiva dormindo e não desconfiar de nada. E se você abrir o bico, eu jogo você pros negrinhos da periferia. Agora fique quietinha que eu vou lhe ensinar as coisas boas da vida. Comecei a chorar, mas ele veio por cima e colocou o pau comprido na minha boca e foi entrando e saindo. Depois mandou que eu sentasse na cama e chupasse bem gostoso como eu chupava os pirulitos que ele me dava toda tarde. Segurei no pinto e comecei a chupar e foi ficando bom, sá tinha que ter cuidado pra não entrar muito na boca e descer na garganta porque eu sentia ânsia de vômito e aí ele começou um vai e vem e fui sentindo o pinto cada vez mais duro. Segurou minha cabeça com força e soltou um líquido grosso na minha boca e me obrigou a engolir todinho. Senti minha garganta arranhando daquela coisa pegajosa de gosto horrível. Então quando percebi vi ele direcionando o pinto bem na entrada da minha rachinha e começou a enfiar bem devagar. E ele dizia: “ putinha o que você tem de pequeno por fora é grande por dentro, vc mas parece um poço de tão profunda, e é apertadinha mesmo pro meu pau fino. Vc foi feita pro meu pau negrinha. Nesse momento dona Tereza se mexeu na cama e virou bem pro nosso lado. Eu morrendo de medo que ela abrisse os olhos e visse aquela cena. Mas continuou dormindo, e ele metendo o pau em mim. Depois me colocou de quatro e enfiou de vez e foi mexendo num vai e vem rápido e começou a mexer no meu cuzinho e eu me afastava pra frente e ele me puxava com força ao seu encontro e tirou o pau da xana e começou a enfiar no meu cuzinho e comecei a choramimgar. Ele deu um tapa na minha bunda e mandou eu me calar. E continuou forçando, enquanto isso começou a esfregar os dedos no meu grelinho e fui sentindo uma sensação gostosa e comecei a relaxar e o pinto foi entrando. Senti arder muito, mas ele parou um tempo e mexia no meu grelinho com uma mão e com a outra alisava meu peitinho. Aí, bem devagar, ele começou a passar os dedos em volta do meu cuzinho forçando ele a se abrir e foi fazendo o movimento de vai e vem. E pediu que eu rebolasse no seu pau e dessa vez não doeu nada e eu fui sá sentindo aquela sensação de fraqueza outra vez e minhas pernas ficaram duras e moles ao mesmo tempo e eu gozei no cuzinho. Ele urrou abafado e caiu por cima de mim me esmagando com seu peso e me chamando de negrinha putinha do papai branco. Depois senti o pau dele molhado e mole na minha coxa e ele se afastou e mandou eu ir pra meu quarto e que tomasse banho bem tomado antes de deitar. Saí de lá cambaleando das pernas moles e fracas. E assim foi durante todos os outros dias... até que o filho deles veio visitá-los e quebrar a rotina. Essa é outra histária.

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