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HELOISA 19 - COMO COMECEI A VIRAR UMA PUTINHA

Meu nome é Heloísa, tenho 19 anos, morena, alta, vou me descrever exatamente como sou, com defeitos e qualidades, pois quero usar este site como um diário. Não notem a inexperiência ao escrever, sou uma garota normal, faço faculdade, trabalho, tenho namorado e família.

Tenho seios médios, são bem clarinhos e duros. A barriga é normal, nada de sarada, está com um pouco de curvas a mais por causa da quantidade de sexo que venho fazendo, o famoso "calo sexual". Mas os caras adoram! As coxas são grossas, mas de academia, bunda grande, não muito larga. Meu cabelo é castanho claro e liso até a cintura, uso roupas chamativas, geralmente saias curtas, decotes e transparências, adoro chamar atenção. Namoro a 2 anos o Beto, por quem sou apaixonada, e não encaro minhas fantasias como traição.



Perdi a virgindade aos 13, com um amigo, até os 19 sá havia dado pra 3 amigos e um namoradinho que tive, mas quando conheci o Beto a coisa mudou de figura. A 1 ano atras, mais ou menos, comecei a sentir mais vontade de fazer sexo. Minha primeira experiência sem o Beto depois que começamos a namorar foi com o Lu, um garoto lindo da faculdade, faço Engenharia Civil, segundo ano, um sala que sá tem 3 garotas, todas feias, e eu a única gostosa, modéstia a parte. Transava com o Beto todos os dias, cerca de 3 vezes ao dia, mas nada disso me bastava. Comecei a dar bola pra vários garotos, e boa parte deles me traçou. Tudo começou um dia que saímos para beber chopp depois da aula, o Beto nunca foi de grudar em mim, sempre combinamos que teríamos um namoro relax, embora fiel, e ele confiava em mim, o que começou a facilitar tudo. Naquele dia bebi chopp além da conta e quando vi, estava na mesa do bar da faculdade, com o Lu acariciando meu rosto de forma bem sutil. Eles nunca falaram nada de mim, sempre fui bem vista, afinal, namorava e era fiel, nenhum deles apesar das investidas tinham conseguido me pegar. Sá que naquele dia o Lu parecia tão irresistível, que eu cheguei a pensar em fazer alguma coisa, mas logo a imagem do Beto veio e eu desisti.



Naquela noite fui dormir com o Beto e fiz sexo pensando no Lu, pensando quão gostoso ele deveria ser e acabei gozando 4 vezes durante a noite. Deixei o Beto gozar dentro, no cu, na boca, e ainda me masturbei depois que ele pegou no sono. Depois desse dia nada mais me segurou. No dia seguinte, fui para aula de jeans Diesel coladíssimo, calcinha vermelha, uma blusa amarrada que deixava meus peitos quase expostos e perfume Angel bem forte. Exalava uma vulgaridade pretendida, parecia decidida a dar para o Lu naquele dia. Dito e feito, na aula de laboratário deixei sem querer que ele encostasse nos meus seios, e sem dizer uma palavra nos dirigimos para fora da sala e ele me levou até o carro dele. Conversamos por alguns minutos, eu disse que ele era lindo e ele falou que sempre quis poder ao menos me tocar. Eu disse que podia, e entao ele tirou minha blusa ali mesmo no estacionamento, meus peitos estavam inchados e enormes, ele lambia com um gosto que jamais vi alguém lambe-los. Com delicadeza puxei seu pau para fora da calça, e passei a fazer uma espanhola deliciosa. Sua cabecinha era clarinha, o pau grosso e com um liquido escorrendo vigorosamente dele. Latejava e ele começou a pirar com aquilo. Com as mãos espalhei aquela porra por todo o pau, lambi e chupei um pouco, e deitei no banco, com as pernas arregaçadas pedindo que ele metesse. Estocou com tudo, como se eu fosse uma puta, e meteu forte até eu gozar. Como ele era gostoso! Aquela pica preenchia minha buceta inteira, chegando a pressionar pros lados. Então, numa golfada, ele gozou em cima de mim, que fiquei toda melada com aquela porra cheirosa. Ele me beijou, delicadamente, e disse que eu era muito gostosa. Que queria me comer mais vezes e mais vezes, e por mim largaria tudo. Me vesti e aquela porra melou toda minha roupa. Mesmo assim voltamos para a sala de aula, continuando como se nada tivesse acontecido.



Era estranho, eu não sentia nada pelo Lu, apenas tesão, e tudo isso foi se tornando incontrolável até que eu dei pro Gustavo também, o garoto que me dava carona todos os dias na volta da aula. No mesmo dia que o Lu me comeu, ele comentou que meus peitos estavam maiores e eu pedi pra ele parar o carro. Tirei meus seios, que, realmente, pareciam gigantes para fora do sutiã vermelho de renda, e num acesso de tesão entreguei para que ele os chupasse, fazendo cara de safada. Imediatamente ele colocou o pau para fora e abriu minha calça, esfregando aquele pau molhado e metendo sem camisinha pra dentro da minha buceta, sem nem ao menos chupar meus peitos, como se já me achasse a maior vagabunda. Sem opção, dei para ele ali na frente da minha casa mesmo, de graça, e ele estuprava com tanta força que eu me sentia submissa a todas as vontades dele. Me virou e meteu de costas, sem falar uma sá palavra. até que ele gozou, dentro da buceta mesmo, e parecia que não acabava mais, escorrendo porra por entre minhas pernas inteiras. Ele me tratou como uma qualquer, não mediu palavras, não se preocupou se eu estava gostando, apenas me usou, meteu e gozou sem maiores explicações. E eu adorei aquilo tudo.



Em casa, comecei a pensar no que estava acontecendo. Não sentia culpa, aquilo era bom para mim. Eu gostava de dar, e não via problemas maiores nisso. Logo, o Beto apareceu e transamos mais umas 3 vezes aquela noite. Antes de tudo tomei um banho, pra que ele não percebesse quanta porra dos garotos estava colada em mim. Me sentia muito apaixonada, e feliz por estar dando mais prazer para meu namorado.



Nos meses que seguiram, comecei a sair mais para as festinhas da faculdade. Malhava cada vez mais na academia, e dei para uns 5 de lá. Todos malhados, gostosos, que me desejavam a tempos. O Beto me buscava na academia eu saia toda prosa, rebolando meu cuzinho que já havia sido comido por quase todos eles sem que ele soubesse ou desconfiasse de nada. Quase todos os dias, geralmente em dias intercalados, eu dava pra alguém diferente, sempre sem camisinha, e sem beijos. O único que eu sentia algo a mais era pelo Lu, mas este já estava namorando e me comia sá por esporte de vez em quando no estacionamento do colégio. De uns tempos pra cá havíamos parado pois a namorada dele ficou grávida, embora tenhamos voltado a transar regularmente depois da poeira baixar.



No trabalho eu dei para menos rapazes do que na faculdade, mas toda semana meu cuzinho e a minha buceta eram selados por pelo menos 2. Geralmente o Bruno, de 19 anos, um gostosinho que me comia no almoxarifado. A primeira vez geralmente é por minha iniciativa, quando vejo que o cara me deseja eu vou cercando, abaixo a calça, ou tiro os peitos para fora, ou simplesmente puxo-os e os deixo agir. Meu chefe aconteceu numa festa da empresa, ele é casado, 38 anos, e quando soube do Bruninho entendeu que eu era realmente uma vadia. Ao invés de me mandar pra rua, conversou comigo e me comeu num banheiro da sua propria casa, quando dava a festa. Depois começou a me comer regularmente no almoço, cerca de 2 vezes por semana. Gostava de meter no meu cu, por ele eu nao sentia tesão, mas dava por que ele era meu chefe.



Estava dando regularmente pro chefe, pro Bruninho, pro Lu, pro meu carona, pro meu namorado e toda semana inventava mais alguns pra aumentar minha lista. Era uma putinha, mas uma putinha com boa reputação, pois era esperta e ninguém sabia de nada. Cada vez mais apaixonada pelo Beto, pensava que antes de casar, e quero casar logo, deveria aproveitar tudo que a vida tinha de bom. Mas largar a vida de putaria estava cada vez mais dificil. Chegava todo dia fedendo a porra, aquilo estava se tornando um vício. Minha buceta vivia raspadinha, os caras adoravam me comer, meus seios cada vez maiores, já estava com mais de 19 anos e cada vez mais mulher. Morria de medo de engravidar, mas a pílula nunca falhou.



Eu era fácil mesmo. Geralmente não custava muito pros caras conseguirem me comer, pois eu aproveitava todas as situações possíveis que o Beto não pudesse desconfiar. Dei pra 22 dos 40 garotos da sala em um ano, o resto era feio... sá que nessas alturas, alguns já comentava isto entre si e a minha fama de fácil começou a se espalhar pela sala. Boa parte deles me comeu uma vez e depois eu fazia doce, fazendo com que lutassem pra me comer de novo. Mas depois que começaram a comentar entre si, boa parte deles perdeu a cerimônia. Comecei a ser cortejada em plena sala, muitos disputavam quem me levaria pra casa naquela noite, e comecei a dar pra eles todos os dias, cada dia um diferente. Era tarde demais pra voltar, e eu ia pra aula verdadeiramente me sentindo a putinha deles. Cheguei a dar pro Lu no canto da sala um dia que falou professor, sentei de saia no colo dele e fizemos sexo ali mesmo, deixando a cadeira toda melada de porra. Ia pra aula sem calcinha, de top, vulgar ao extremo e sem maiores pudores.



Até que me convidaram pra uma festa, e isso eu conto no práximo conto.



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